Eleonora Rigotti, do Rio de Janeiro.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Estudantes debatem Política Cultural para um projeto de país
Lançada a 7ª Bienal da UNE no Viradão Cultural - RJ

No último (24) durante a 2ª Bienal de Cultura da UEE-RJ, que aconteceu durante o CONEG - Conselho de Entidades Gerais da UNE, e como parte da programação do Viradão Cultural Carioca, que a UNE lançou para mais de 3 mil pessoas de todo Brasil, entre estudantes e convidados, a vinheta da sua 7ª Bienal - Cordel Digital: Imaginário Popular em rede.Que será sediada em Fortaleza - CE, no verão de 2011.
A programação da 2ª Bienal da UEE-RJ, agitou as noites de sexta e sábado da Lapa, com show de Manacá, Diogo Nogueira, Mostra Estudantil, Intervenções Teatrais e Marcelo D2.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
CUCA realiza experiências de projeto e comunicação
A caravana acaba e chegar a Manaus, e nesta sexta-feira foram iniciados os trabalhos. O CUCA Amazonas é o anfitrião da caravana, e com apoio do DCE da UFAM está participando da iniciativa.
ação e articulação que o CUCA vem desenvolvendo, mais do que atividades artísticas, buscamos aglutinar nossos artistas, criar o ambiente de vivência, de maneira que possamos trocar e agir de maneira coletiva diante das dificuldades. A vinda dos meninos através do tuxaua, só nos instiga a nos organizar e escrever os projetos, enfim nos empoderar"!
O laboratório Caio na Rede se encerra na segunda-feira. Durante esses dias serão elaborados projetos de cultura, pelos vinte participantes pertencentes a organizações de cultura da cidade Manaus.
O coletivo audiovisual Amacine Futuros Cineastas, é um movimento existente desde 2000, que já produziu mais de 500 filmes de um minuto, 300 filmes de 4 minutos e vários curtas-metragem. O CUCA Amazonas desenvolve sua parceria levando a mostra competitiva dos festivais UM Amazonas e Curta 4 para os alunos de 6 universidades do estado.
Dentre os presentes na atividade, estiveram o presidente da AMAP - Associação amazonense de Artistas Plásticos, Arnoldo Caji, André Marsílio, representante da UNE no estado, Marvin Alberto, do coletivo Amacine e Raimunda Moraes, do ponto Pé na Taba .
A caravana segue para Porto Alegre no dia 13.
CUCA Amazonas
terça-feira, 6 de abril de 2010
TEIA AMAZÔNICA DE PONTOS DE CULTURA

Os participantes da TEIA CULTURAL AMAZÔNICA, reunidos no período de 04 a 07 de março de 2010, no Parque dos Igarapés Hotel, em Belém do Pará, manifestam publicamente as proposições deliberadas no I Fórum Amazônico de Pontos de Cultura realizado no dia 06 do mês de março do corrente.
A Teia Amazônica é uma iniciativa de articulação dos pontos e pontões de cultura da Amazônia em consonância com as resoluções da Plenária Final do II Fórum Nacional dos Pontos de Cultura (II FNPC), no dia 14 de novembro de 2008, em Brasília/DF, que sinalizava a necessidade de realizarem fóruns estaduais/regionais que antecedessem ao III Fórum Nacional de Pontos de Cultura – III FNPC a ser realizado durante a TEIA BRASIL 2010 em Fortaleza/CE.
Os pontos e pontões de cultura da Amazônia têm assumido o papel de protagonistas no processo de construção de uma cultura transformadora e humanizada, entendendo a cultura como única possibilidade de mudança para uma sociedade onde a busca do bem comum seja o seu princípio norteador. Esse movimento sinaliza um momento de ruptura com um modelo de desenvolvimento baseado na exploração predatória da natureza e consequentemente das populações amazônicas que perdura há cinco séculos na região.
O fomento cultural da Amazônia não pode ser comparado com os recursos destinados às regiões Sul e Sudeste. Há dois aspectos que deve ser considerado sobre o valor amazônico: um é o aspecto geopolítico da Amazônia e o outro é o trabalho, enquanto ação humana no sentido de preservação dos recursos naturais e saberes dos povos da floresta – bem comum do Brasil e da humanidade. Portanto, os investimentos destinados à Amazônia devem ser ampliados garantindo um aporte de recursos que permitam um desenvolvimento baseado na sabedoria da cultura popular, nos conhecimentos tecnológicos da era digital e preservação ambiental. Para isso é de fundamental importância a aprovação da PEC 150, o que garante um significativo aumento dos recursos para investimento em cultura.
O exercício da cidadania, o direito à comunicação, o direito à participação são fatores de potencialização de sinergia que devem ser considerados.
A política de acesso à informação é um fator fundamental na defesa da Amazônia, portanto, reivindicamos as ferramentas digitais livres de comunicação, necessárias a partilha dos bens culturais e registro do que esta sendo produzido. Para isso é preciso a instalação de internet banda larga pública em todo o território amazônico inclusive com via satélite, meio mais apropriado para o acesso das populações tradicionais, ribeirinhas que residem em comunidades com baixa densidade populacional e que, por isso, não atraem o interesse do mercado em montar infraestrutura de comunicação. É, portanto necessário subsidio do estado brasileiro para garantir a inclusão dessas pessoas.
Os pontos e pontões de cultura vêm se colocando como veículos de um novo processo pedagógico que visa uma educação emancipadora na formação sócio-político-cultural dos povos da Amazônia, logo, o investimento em formação e qualificação dos pontos de cultura na Amazônia é fundamental para consolidação de uma nova postura no contexto da diversidade cultural de nossa região.
Diante da complexidade e diversidade das ações desenvolvidas pelos pontos de cultura, conhecer e compreender essa realidade passa pelo mapeamento das ações, com levantamento de dados e informação para criação de uma base de dados de registro e memória dessas ações, bem como, a identificação de demandas que possam orientar na formulação de políticas públicas emancipadoras.
Todo esforço nesse sentido passa pela garantia de autonomia, sustentabilidade e protagonismo sócio-cultural que a Lei Cultura Viva pode ajudar a consolidar. Dessa forma os pontos de cultura da Amazônia propõem uma mobilização nacional, dos pontos de cultura para garantir a aprovação dessa Lei no Congresso Nacional.
Viva a cultura viva ! Viva o fortalecimento das identidades e da diversidade amazônica.
Belém-PA, 07 de março de 2010.
A Teia Amazônica é uma iniciativa de articulação dos pontos e pontões de cultura da Amazônia em consonância com as resoluções da Plenária Final do II Fórum Nacional dos Pontos de Cultura (II FNPC), no dia 14 de novembro de 2008, em Brasília/DF, que sinalizava a necessidade de realizarem fóruns estaduais/regionais que antecedessem ao III Fórum Nacional de Pontos de Cultura – III FNPC a ser realizado durante a TEIA BRASIL 2010 em Fortaleza/CE.
Os pontos e pontões de cultura da Amazônia têm assumido o papel de protagonistas no processo de construção de uma cultura transformadora e humanizada, entendendo a cultura como única possibilidade de mudança para uma sociedade onde a busca do bem comum seja o seu princípio norteador. Esse movimento sinaliza um momento de ruptura com um modelo de desenvolvimento baseado na exploração predatória da natureza e consequentemente das populações amazônicas que perdura há cinco séculos na região.
O fomento cultural da Amazônia não pode ser comparado com os recursos destinados às regiões Sul e Sudeste. Há dois aspectos que deve ser considerado sobre o valor amazônico: um é o aspecto geopolítico da Amazônia e o outro é o trabalho, enquanto ação humana no sentido de preservação dos recursos naturais e saberes dos povos da floresta – bem comum do Brasil e da humanidade. Portanto, os investimentos destinados à Amazônia devem ser ampliados garantindo um aporte de recursos que permitam um desenvolvimento baseado na sabedoria da cultura popular, nos conhecimentos tecnológicos da era digital e preservação ambiental. Para isso é de fundamental importância a aprovação da PEC 150, o que garante um significativo aumento dos recursos para investimento em cultura.
O exercício da cidadania, o direito à comunicação, o direito à participação são fatores de potencialização de sinergia que devem ser considerados.
A política de acesso à informação é um fator fundamental na defesa da Amazônia, portanto, reivindicamos as ferramentas digitais livres de comunicação, necessárias a partilha dos bens culturais e registro do que esta sendo produzido. Para isso é preciso a instalação de internet banda larga pública em todo o território amazônico inclusive com via satélite, meio mais apropriado para o acesso das populações tradicionais, ribeirinhas que residem em comunidades com baixa densidade populacional e que, por isso, não atraem o interesse do mercado em montar infraestrutura de comunicação. É, portanto necessário subsidio do estado brasileiro para garantir a inclusão dessas pessoas.
Os pontos e pontões de cultura vêm se colocando como veículos de um novo processo pedagógico que visa uma educação emancipadora na formação sócio-político-cultural dos povos da Amazônia, logo, o investimento em formação e qualificação dos pontos de cultura na Amazônia é fundamental para consolidação de uma nova postura no contexto da diversidade cultural de nossa região.
Diante da complexidade e diversidade das ações desenvolvidas pelos pontos de cultura, conhecer e compreender essa realidade passa pelo mapeamento das ações, com levantamento de dados e informação para criação de uma base de dados de registro e memória dessas ações, bem como, a identificação de demandas que possam orientar na formulação de políticas públicas emancipadoras.
Todo esforço nesse sentido passa pela garantia de autonomia, sustentabilidade e protagonismo sócio-cultural que a Lei Cultura Viva pode ajudar a consolidar. Dessa forma os pontos de cultura da Amazônia propõem uma mobilização nacional, dos pontos de cultura para garantir a aprovação dessa Lei no Congresso Nacional.
Viva a cultura viva ! Viva o fortalecimento das identidades e da diversidade amazônica.
Belém-PA, 07 de março de 2010.
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